Matéria, vida,mortalidade.Sobrevivência e imortalidade.

Matéria, vida,mortalidade.Sobrevivência e imortalidade.

  Ao tomarmos consciência de um acontecimento  acidental como o que atingiu a nação japonesa, em que milhares de vidas humanas foram interrompidas subitamente pelo tsunami proveniente do abalo sísmico que se deu no assoalho do fundo do oceano, somos inevitavelmente convidados a refletir sobre o significado de nossas existências terrestres no período de tempo relativamente breve em que seremos hóspedes do planeta.
  A ciência em seu propósito de investigar  ochamado "mundo fenomênico" admite e sentencia que a matéria que compõem todos os seres vivos da Biosfera não é destruída com a morte do organismo.Os elementos químicos  que estruturam os corpos são "devolvidos"ao planetas e poderão ser utilizados novamente na formação de outros corpos. A formação biológica é que são passageiras. Os átomos que estão presentes nas moléculas e nas células dos seres vivos submetem-se a ciclos, pois ora apenas no corpo planetário.
  Os empiristas e materialistas "abominam" a ideia, para eles absurda e incompreensível, de que a matéria prima de tudo aquilo que consideram "concreto" no universo seja fonte não local e atemporal, por isso equivalente à proclamação da existência d uma consciência transcendente ao tempo e ao espaço, o que representaria a derrocada de tudo que o intelectualismo materialista pretendeu e pretende na esfera do conhecimento humano. Quiçá a aceitação de uma realidade espiritual como base de toda ,manifestação física captada pelos sentidos humanos. O paradoxo, entretanto está evidenciado a partir dos avanços da Física moderna.Muitos trabalhos realizados ao âmbito da Física Quântica permitiram a construção de um princípio não-local atuante sobre objetos quânticos separados a grandes distâncias .Em 1982, a aceitação de um princípio não local de natureza transcendente ao tempo e ao espaço o correu a partir de uma experincia feita por Alain Aspect. e seus colaboradores.A experiência forneceu evidência inequívoca de dois fótons correlacionados influenciam-se instântaneamente,mesmo estando a grandes distâncias.
  É importante  que se compreenda que em Física Quântica um fóton(Quantum de Luz), não possui atributo algum antes de um observador e pesquisador realizar mensurações com eles. Os "objetos quânticos" são apenas possibilidades.É a nossa observação-participação da consciência-que irá causar o "colapso' do objeto quântico, tornando assim uma partícula mensurável.De que modo a conexão entre os fótons pode ser mantida instântaneamnete e independente da distância dos mesmos? A conclusão é que a conexão ocorre por meio de um domínio não local da consciência e manifestada aos nossos sentidos.
  No consenso básico do dualismo matéria-espírito caberiam as indagações:
-Que seria um universo puramente material? Um amontoado de párticulas desconexas.
-Que seria um universo puramente espiritual? Uma consciência imanifesta.
  Sem o espírito a matéria não teria sentido assim como sem uma forma(ainda que com matérias mais sutis) o espírito não teria como se manifestar.
  A realidade que é o todo abarca o ponderável e o imponderável, o objetivo e o subjetivo, sendo a consciência a usufruidora de ambos os aspectos.
  Todos os seres vivos da Biosfera estão sujeitos a lei do ciclo vital, ou seja nascem, crescem e experimentam certa plenitude orgânica, declinam e inexoravelmente morrem. Se considerarmos o pr´prio Planeta Terra como um organismo vivo-concepção da Teoria de Gaia-ele também é mortal, ainda que com um ciclo temporal bastante longo.Até mesmo as estrelas nascem e morrem.
  Algumas combinações favoráveis podem prolongar a vida do ser humano na dimensão orgânica. Dietas bem balanceadas com menos toxinas,mais anti-oxidantes e dosagens equilibradas de carboidratos. e proteínas, execução diária de Hatha -Yoga, consumo moderado de vinho nas refeições e processos cirúrgicos compat´veis com os avanços da medicina são algumas dessas medidas.Pesquisas da genética molecular estão a sugerir que, em um futuro não distante a "chave" para que o DNA regenere as células que estão envelhecendo será encontrada, e garantirá um grande prolongamento da vida humana. Mas, positivamnete, se isso ocorrer, ainda assim o homem biológico continuará a ser mortal.
  Alguns homens se vangloriam e se satisfazem com uma espécie de " imortalidade' de suas personalidades através de produções de obras que ganham o reconhecimento na cultura desta e das futuras gerações.Seus nomes ficariam imortalizados nas memórias de muitas gerações. outros acreditam que se imortalizaram através  de seus genomas transmitidos aos descendentes. Não é difícil cosnstatar que tais concepções sobre a imortalidade são , na verdade evasivas do pensamento do homem diante da constatação de que seu tempo na Terra é breve.
  Os inúmeros fatos de E.Q.M. (experiências de quase morte) e certos casos de mediunidade(canalização)sugerem que há um princípio no homem que sobrevive aos o fenômeno da morte física. Há alguns casos de E.Q.M. em que as pessoas se lembram com detalhes de fatos de suas vidas regressas.O nome que se dá  a esse princípio varia de uma doutrina para outra.Se "espírito", "alma" ou "atman", não importa.Afinal a palavra não é a coisa.
Considerando essa sobrevivência poderíamos indagar:seria esse princípio imortal o acervo de nossas memórias identificações  e experiências obtidas ao longo do tempo?Ou seria uma espécie de consciência individual, com possibilidades de aprendizagem e ampliação de consciência?
  Se um homem se encontra relativamente limitado em sua percepção condicionado por alguma ideologia, que por alguma razão lhe soou como agradável,mas que na verdade está freando a expansão do seu ser-for assaltado repentinamente pela morte, sobreviverá. entretanto não necessariamente terá alcançado aquilo que todos os autêncticos mestres espirituais da humanidade denominaram de conquista da imortalidade. "Naturalmente que esses mestres não acariciam a ideia de imortalidade de nosso "ego", nossa personalidade que pode e deve der reformulada e refinada aqui e agora, a partir da expansão da nossa consciência.
  Jesus Cristo-arauto imortal da Divindade foi incisivo ao dizer:"Quem beber de minha boca se tornará como eu,e eu serei o que ele é.E as coisas ocultas lhe serão reveladas."Nessa sentença do Evangelho de Tomé, encontrado em 1945 num antigo cemitério de Nag Hamamadi no Alto Egito, o mestre revela aos díscipiulos que a "vivência(conscientização plena),de seus ensinamentos é a base legítima para a conquista da imortalidade.Matéria,Espírito,vida,morte,sobrevivência e imortalidade coexistem no grande TODO.


MAURÍCIO TOVAR
MATÉRIA DO JORNAL DIÁRIO DA MANHà
COLUNA MISTÉRIOS DA NATUREZA.
http://www.dmdigital.com.br/  

Ecologia e Economia -Unidas Para Nova Consciência Planetária


    Após sua formação, o planeta Terra reuniu condições favoráveis ao surgimento da  biosfera a partir de uma evolução fisico-química, que culminou com a formação de ácidos nucleicos e proteínas. Do início do surgimento da vida-há cerca de 3,4 bilhões de anos- ao  momento atual de sua existência, a Terra passou por várias transformações geomorfológicas. Muitos ecossistemas foram destruídos cedendo lugar a outros que estabeleciam, numa cadeia de mudanças que continua em andamento.
    Não há dúvida de que em certos  momentos de sua história, a Terra passou por variações climáticas significativas em decorrência  das chamadas causas naturais. O ciclo solar, por exemplo, com variações de intensidade do vento solar e de seu magnetismo, interfere natuaralmente no clima terrestre.
    De acordo com a "Convençao Quadro das Nações Unidas para Alteraçõe Climáticas"(C.Q.N.U.A.C.), as chamadas "mudanças climáticas" são atribuídas a atividades antrópicas que de algum modo afetam a atmosfera, como por exemplo a enorme quantidade de emissão de gases de efeito estufa(GEE), decorrentes principalmente de atividades industriais.
    Existem ecólogos que chegam a colocar em dúvida se o aquecimento global é decorrente dessa ação antrópica. Entretanto, a tese mais admitida é que o relevante aumento de temperatura é antropogênico e está se manifestando de forma acelerada no panorama climático do planeta.
    Se tomarmos como base o modeleo de civilização industrial alicerçado no primado do petróleo, e se  considerarmos que os países em desenvolvimento almejam atingir  índices de produção industrial nos patamares dos países desenvolvidos, seríamos como cegos caminhando rumo ao abismo, pois não teríamos matéria-prima suficiente em nosso planeta para atender tal demanda e ainda ampliariamos a carga poluidora em níveis insuportáveis para a biosfera como um todo.
    O grande desafio que se impõe sobre a humanidade desse novo milênio é o desafio que exigirá dela  a integração dos conhecimentos de ecologia e economia, tendo em vista  a melhoria das condições sociais para todos, a preservação ambiental e um desenvolvimento técnico-científico de ponta.
    Uma comunhão de esforços pessoais, não em demanda de interesses pessoais mesquinhos e egocêntricos, sempre movidos pela doença denominada "fantasia da separação", cujo sintoma típico é a ilusão de se sentir um 'ente" a parte do processo, sem nenhuma  correlação com a iminência  do caos, intocavelmente salvo em sua "torre de marfim" - e sim uma comunhão que demande um desenvolvimento sustentável calcado em uma unidade de propósito,que leva em conta a qualidade do ambiente, o investimento em tecnologias apropriadas ao que o ambiente comporta e a justiça social.
    Estudos ecológicos já mostraram que se todos os habitantes da Terra tivessem o padrão de consumo dos europeus ou dos americanos, teríamos que ter de três a seis planetas Terra para atender a demanda de matérias-primas exigidas. Continuar portanto sob a regência do paradigma desenvovimentista desse progresso é caminhar  inevitavelmente para um beco sem saída.
    De acordo com o relatório dos fundos das Nações Unidas, a população mundial deverá em 2050 com mais de 9 bilhões  de habitantes e a estimativa é de que 80% deles estarão nos países etiquetados "em desenvolvimento".Sabe-se que atualmente, mais de 80% de todo o consumo mundial se concentra nos países desenvolvidos,que possuem menos de 20% da população mundial.
    No Brasil, a estimativa é de que a população em meados do século XXI chegue próxima a 250 milhões de habitantes. Atualmente mais de 80% da população brasileira está vivendo nas zonas urbanas, entretanto, uma parte considerável que vivem em cidades menores continuam mantendo suas realções com atividades rurais.
    O Brasil possui uma anatomia geológica e um conjunto de biomas que o colocam em destaque no cenário das nações do mundo devido à sua imensidão de riquezas naturais.Temos abundante reservas de água doce no recente anunciado aquífero "Alter do Chão", o maior do mundo exclusivamente brasileiro. Há também um outro enorme  reservatório natural com sua maior parte no subsolo brasileiro- o Aquífero Guarani, que agora fica em segundo lugar quanto ao volume de água doce que possui. A insolação que atinge o território brasileiro é uma das maiores do mundo - esta energia  poderia estar melhor aproveitada,haja vista a Alemanha, que com muito menos, é o maior produtor(captador e armazenador)de energia solar do mundo , contribuindo significativamente para as crescentes demandas.
    O conjunto de unidades de conservação que existe atualmente no Brasil é da ordem de  setenta milhões de hectares. É necessário que elas sejam preservadas por políticas públicas e adequadas a fim de se tornarem produtivas, gerando novos empregos e recursos próprios para se autopreservar.
    A Ecologia é uma ciência unificadora. Ela estuda a estrutura e a função da natureza a fim  de que o homem possa utilizar de forma racional o conjunto de conhecimentos e possa também construir uma consciência voltada para a cooperação planetária.
    Em um mundo ainda regido pelo signo do "salve-se quem puder", ela insinua- se como pontífice de uma era  ja marcada pela degradação, para uma sensata era - por ora apenas idealizada de solidariedade entre os homens e dele com a natureza. Se o planeta Terra pode ser considerado um grande organismo vivo, como afirma o renomado ecólogo autor da teoria de Gaia, James Lovelock, o hóspedes Homo Sapiens devem se harmonizar com toda a biosfera, pois seus corpos e aquilo que os constituem pertencem ao "todo" desse grande ser.


MAURÍCIO TOVAR
MATÉRIA DO JORNAL DIÁRIO DA MANHà
COLUNA MISTÉRIOS DA NATUREZA.
http://www.dmdigital.com.br/  

Tsunami e Terremoto na Civilização Atual...

NATUREZA EM FÚRIA OU DINÂMICA PLANETÁRIA QUE IGNORA A CIVILIZAÇÃO HUMANA?


A crosta terrestre representa apenas um por cento de toda a massa do nosso planeta,possuindo maior espessura em áreas continentais e menor no fundo dos oceanos.
Quando observamos o mapa mundi notamos que as configuirações dos continentes, com seus contornos, lembram as peças de encaixe de um quebra cabeça.De acordo com a teoria da Deriva Continental de Alfred Lyhar Wegener, todos os continentes que conhecemos na atualidade faziam parte há milhões de anos, de uma única massa continental conhecida como Pangeia(ou Pangea).Segundo ele essa enorme massa se fragmentou e os fragmentos resultantes se afastaram determinando as posições continentais verificadas atualmente na superfície do globo terrestre.Na realidade, esse processo de afastamento é contínuo, portanto os blocos continentais continuam a se mover sobre o manto, uma camada subjacente da crosta terrestre, com certa plasticidade e rica em silício,alumínio e magnésio(sial e Sima).
  A dedução da existência da Pangeia foi baseada  na análise de registros geológicos, registros fósseis e registros climáticos  dos diversos continentes.Estudos comparativos entre a América do Sul e África permitiram a Wegener concluir que ambos  tinham muitos elementos em comum, apesar de estarem afastados pelo Oceano Atlãntico.Grandes depósitos de carvão, provenientes dos períodos carbonífero e premiano, existentes na América do Norte, Europa, e na China, possuem suas jazidas nas mesmas latitudes médias. Estas jazidas teriam se originado a partir de grandes coberturas de vegetação densa que existiram a milhões de anos nas regiões próximas à linha do Equador.
  A partir da década de 1960, a utilização de novas tecnologias confirmou algumas das hipóteses de Wegener e determinou o surgimento de novas descobertas que permitiram a elaboração de uma teoria, que é universalmente aceita em nosso tempo- a Teoria da "TecTônica das Placas".nesse modelo teórico, os continentes estão em cima de  gigantescas placas seccionadas da crosta, que estão flutuando sobre o magma da regiãos subjacente- o manto terrestre.
  Estudos geofísicos denominam as forças que impulsionam as placas tectônicas de "correntes convectivas".
Essas correntes surgem devido aos diferentes padrões de aquecimento do palneta.Enquanto os materiais quentes existentes no manto forçam passagem para subir(corrente ascendente),as rochas resfriadas da Costa tendem a descer para o manto.

Os Terremotos

  A tectônica das placas, as atividades vulcânicas e os desmoronamentos internos que ocorrem abaixo da superfície da crosta são as principais causas de abalos sísmicos.
  Quando as partes da crosta terrestre se deslocam e provocam acúmulo de forças nas bordas, geram pressões intensas que podem provocar o deslizamento de regiões da borda ou de fraturamento.Em decorrência , há emissões de vibração. A tensão tectônicaa então é liberada causando o abalo sísmico(terremoto).
Devido também ao acomodamento de áreas em que se deu a saída do magma nas erupções vulcânicas, ou ainda a algum desabamento na sub-superfície da crosta surgem abalos sísmicos,geralmente de baixa intensidade.
  Para comparar a energia que é liberada pelos terremotos a partir do seu foco hipocentro( e não "epicentro", pois o foco está no interior  da Terra e não em sua suprefície),através de uma escala matemática, o pesquisador Charles F. Richter, do instituto de tecnologia da California, concebeu em 1935 a conhecida "Escala Richter de Magnitude".
  Como a magnitude de um terremoto é calculada pelo logarítimo da amplitude registrada pelo"sismógrafo"-aparelho que mede a vibração do interior da crosta, deve-se entender que um terremoto com a magnitude 8,0 é dez vezes maior do que o terremoto com magnitude 7,0 e cem vezes maior do que o de magnitude 6,0 na Escala Richter.Algo próximo a 50.00 teremotos ocorrem todo ano no planeta, e cerca de cem deles a a carretam danos sobre populações humanas.

Tsunamis (ou Maremotos)

  O têrmo tsunami é  japonês e significa "onda de porto".Abalos sísmicos que no fundo dos oceanos provocam ondas com até centenas de quilômetros de comprimento e que se deslocam com velocidade de até 800 km/h.Quando chegam próximas da costa litorânea reduzem drásticamente a velocidade, retraem-se e cres cem podendo alcançar mais de 10 metros de altura para, em seguida, avançar com grande poder de destruição sobre tudo que encontram pela frente.No terremoto de maior magnitude que se tem notícia na história -de 9,5 na Escala Richter que atingiu a costa do Chile em 1960, formou-se um tsunami que atravessou o Pacífico com grande velocidade e chegou ao Havaí devastando completamente o porto de Hilo.O tsunami que atingiu a costa leste do Japão foi gerado a partir de um abalo sísmico que ocorreu a 24km de profundidade a 130 km da Península de Ojika,No Japão.O terremoto de magnitude de 8,9 na Escala Richter aconteceu no dia 11,sexta -feira às 14h46,no horário do Japão, o que corresponde 2h46 no horário de Brasília.Mesmo sendo uma civilização tecnologicamente preparada para esse tipo de catástrofe, diante de poderosas forças da natureza que se estabeleceram na dinâmica geofísica do Planeta, muitas vidas foram ceifadas e a destruição de casas, prédios, pontes, estradas, linhas de transmissão de energia e parte da usina nuclar representam um colossal prejuízo para o Japão, que já passa de 100 milhões de reais estimados.
  Cataclismos como esse sugerem que a condição humana é mais frágil do que aparentemente supõe.Tecnologias e ciência elaborada não são suficientes para eximir o ser humano dos  efeitos destrutivos de tais intempéries.Pequenas pertubações no acomodamento das placas tectônicas determinama liberação de energia devastadora e incontrolável.
  Quando o ser humano é vitimado por catátrofes,nota-se uma intensificação na disposição solidária entre os homens, sem fronteira nacionalistas,étnicas,culturais,socioeconômicas ou "religiosas". O nefasto sentimento separatista que infelizmente norteia predominantemente as ações humanas fica temporariamente suspenso; entretanto, com o tempo, parece que tudo volta ao, dito normal, e não a expressão de uma estranha anomalia decorrente de uma  consciência fragmentada e condicionada, portanto, desintegradora
  Por que a saudável pujança da cooperação sobre a exploração, notoriamente evidenciada nos momentos de catástrofes humanas, não perdura com a mesma intensidade nas relações entre os homens e deles com a biosfera do Planeta?
  Se considerarmos que o Universo é um cosmo em que a ordem impera sobre o caos, que não são aleatórias as leis que o regem, então teremos que admitir que, no molde em que está estabelecida, a civilização humana não está em sintonia com o cosmo. Urge que sejam revisados os conceitos de progresso, de desenvolvimento e as concepções sobre o significado da existência humana no Planeta Terra.
  Uma radical mudanças de valores,tanto na interioridade do homem como no seu modo de ser e agir, será necessária para que a humanidade restabeleça sua integração com  toda a natureza, pois a natureza não se lmita apenas aos epifenômenos captados pelos nossos sentidos, ela se estende para além do sensorialmente abarcável, rompendo as fronteiras do conhecido, as fronteiras do que se consegue provar cientificamente,adentrando ao incomensurável desconhecido.


MAURÍCIO TOVAR
MATÉRIA DO JORNAL DIÁRIO DA MANHà
COLUNA MISTÉRIOS DA NATUREZA.
http://www.dmdigital.com.br/  

Arquipélago de Galápagos – Monumento planetário em biodiversidade.



Arquipélago de Galápagos – Monumento planetário em biodiversidade
(Biólogos de todos os países do mundo reconhecem Galápagos como um grande laboratório de vida da biosfera.)
            Na plenitude das águas limpíssimas do oceano pacífico, surgiu a cerca de cinco milhões de anos um conjunto de mais de cinquenta ilhas vulcânicas conhecido atualmente como arquipélago de Galápagos.
            Foi nesse local situado a cerca de 800km da costa do litoral do equador que o célebre naturalista Charles Darwin se convenceu definitivamente da existência de um processo evolutivo na dinâmica da vida planetária. Muitas formas de vida existentes no arquipélago são exclusivas do local, haja vista as Tartarugas Gigantes (que são na verdade uma espécie de Jabuti). Tantas peculiaridades certamente alavancaram raciocínios ousados na mente de Darwin, ele teve que romper com certas crenças fixistas que lhe haviam sido imputadas ao longo da vida e sobretudo da sua formação educacional. À época, a concepção fixista e criacionista sobre a origem das espécies norteava praticamente todo o pensamento humano, nas culturas ocidentais.
            Galápagos, pela sua localização afastada do continente americano, sofreu pouco impacto antrópico no século XX, e por essa razão sua vasta e originalíssima fauna e flora constituem um dos maiores tesouros em biodiversidade existentes em Gaia, nosso planeta. Pode ser considerado um imenso laboratório natural onde impera espontaneamente a preservação ambiental e a harmoniosa combinação de fatores bióticos, os seres vivos, e abióticos, não vivos. Entre os fatores abióticos destaca-se a riqueza de nutrientes do solo preto, de origem vulcânica. No ecossistema marinho, uma grande quantidade de nutrientes chega ao plâncton, na superfície do oceano, trazida do fundo do mar num fluxo devido ao encontro de correntes geladas vindas do polo sul com as águas locais de temperatura mais amena.
            Cientistas, turistas e pesquisadores que visitam Galápagos, defrontam-se com inúmeras espécies dali genuínas e relatam que se sentem em outro mundo durante os dias em que permanecem no exótico arquipélago. O Contato com a natureza prística do local, tanto no convívio com ecossistemas terrestres, quanto marinho, contrasta fortemente com aquilo que nossos cinco sentidos costumam captar em outras paragens planetárias. Uma riqueza de aves belíssimas como Fragatas de grande porte, Pelicanos e Albatrozes, conjugada com a fusão azul de céu e mar, compõem um cenário atemporal. Ainda, um grande contingente de Lobos-marinhos e Iguanas que não se intimidam com a presença do homem parece sugerir que não há uma espécie dona do local, apenas seres que ali transitam e usufruem da farta natureza.
            Na delicada teia alimentar presente no oceano pacífico que circunda o arquipélago, operam-se meticulosamente os princípios de transferência de matéria e energia, de modo que a vida estabelece um equilíbrio dinâmico, preservando os representantes de todos os níveis tróficos (produtores, consumidores e decompositores)
            Será que o evolucionista Charles Darwin, protagonista da Teoria da Seleção Natural juntamente com Alfred Wallace, cogitava que o planeta Terra pode ser um grande organismo vivo, tal como admite atualmente a Teoria de Gaia?
            Quando visitou Galápagos em 1835 Darwin, mesmo sendo um observador atento dos detalhes da natureza, desconhecia Genética, Bioquímica e Ecologia. É certo que seu pensamento evolucionista retratado no livro “A Origem das Espécies” tenha influenciado profundamente o pensamento humano, contudo a humanidade atual ainda carece de um arcabouço mais completo e sintético de conhecimentos capazes de destruir as contradições decorrentes do dualismo entre espírito e matéria, auxiliando o homem a conceber e trilhar uma vida em evolução que integre todos os níveis do seu ser.
            O fogo incandescente das entranhas da Terra subiu como lava vulcânica através da cratera do vulcão da Serra Negra, em Galápagos, e numa conjunção com as águas do pacífico foi plasmando através do tempo geológico os ecossistemas e paisagens.
Galápagos é um local carismático, um reduto planetário que se autopreservou e se auto preserva em plana era da degradação. Pode ser considerado um gigantesco laboratório vivo em equilíbrio que está a nos dizer que temos ainda que aprender muito com a natureza para ultrapassarmos a simples intelectualidade que orbita em torno dos propósitos ambientalistas e ecologistas.
            Um tesouro genômico de inestimável valor está resguardado no arquipélago de galápagos. Espera-se que o homem pelo menos opere no sentido de não macular a obra magnífica realizada pelo trabalho de milhões de anos de evolução planetária que resultou nesse magnífico e único berçário onde a vida evolui.


MAURÍCIO TOVAR
MATÉRIA DO JORNAL DIÁRIO DA MANHà
COLUNA MISTÉRIOS DA NATUREZA.
http://www.dmdigital.com.br/

Paraúna – A Capital Arqueológica do Brasil...






(O biólogo e pesquisador Maurício Tovar acredita que o vale da portaria foi povoado por uma colônia pré-incaica)
Antônio Carlos Volpone para o DM revista
Há mais de trinta anos que os diversos sítios com formas redundantes em pedras e belezas exóticas situadas no município de Paraúna são alvo de inúmeras reportagens em diversos jornais e telejornais do país.
                O pesquisador Mauricio Tovar lembra que em 1977 os repórteres do programa Jornal Hoje (Veiculado na época) da rede globo de televisão foram até Paraúna acompanhando o escrito e pesquisador Alódio Tovar, autor do livro “O Enigma de Paraúna” para mostrar ao Brasil as belezas naturais das Galés e da Ponte de Pedra; o Vale da Portaria com sua enigmática serra; a Muralha de dezenas de kilometros que se estende pelo vale e as estranhas construções em pedra da Serra da Arnica.
                As Galés são um conjunto de construções de blocos de arenito desgastados por processos de erosão eólica. Ali pode ser observada uma série de figuras em pedras, tais como a tartaruga, o cálice, a índia com seu filho e a lagartixa. As forças vivas da natureza agiram como a mão de um artista e produziram esta maravilha que instiga a imaginação do visitante.
A Ponte de Pedra é um local de beleza singular, pois ali, o rio que recebe também esse nome desaparece em seu leito natural e penetra num túnel para posteriormente voltar ao seu curso após percorrer cerca de cem metros. No local existe uma galeria repleta de estalactites e estalagmites azulados sendo uma paragem excelente para o descanso e a reflexão.
                A muralha do Vale da Portaria é uma construção definitivamente artificial, diz Tovar, e apresenta um padrão de construção que lembra as muralhas existentes nas proximidades do Rio Santa, onde floresceram as primeiras culturas pré-cuzquenhas, portanto, podem ter conotação com a civilização Inca.
                Complementando o Vale da Portaria encontra-se a Serra da Portaria que possui este nome porque nela foram identificados alguns portais em meio ao paredão de difícil acesso. Existem muitas estórias enigmáticas sobre ela que são contadas pelos moradores da região.
                Quando a equipe da rede globo esteve em Paraúna, comenta Tovar, uma geóloga da UNB (Universidade de Brasília), a convite da Globo, esteve no local da muralha que Alódio Tovar havia afirmado ser de caráter artificial. A geóloga não vacilou em afirmar que a muralha era uma construção de caráter humano, pois os blocos de pedra-ferro estavam assentados uns com simetria de cristalização em vertical e outros em horizontal. Ela constatou também que em muitos cortes de encaixamento dos blocos existiam pedras que foram colocadas pela mão humana para sustentar blocos maiores.
                O IBGE também fez referencias a relíquias arqueológicas de Paraúna no Boletim oficial de nº211 de 1969. O boletim se baseou na transcrição das anotações dos estudiosos do centro nacional de pesquisas e culturas que assim pronunciou: “... tudo como se vê, embora em mal estado, comprova plenamente a presença de uma civilização superior a dos nossos índios, mas, inferior a dos Incas.
                Estudioso sobre Paraúna, Maurício Tovar que acompanhou seu pai nas pesquisas por mais de duas décadas conheceu profundamente toda a região, tendo, inclusive e para tal residido na cidade de Paraúna de 1991 a 1993. Naquela época, ele se deslocava para a região do Vale e da Serra da Portaria com colaboradores e equipamentos adequados e permanecia lá por períodos de quinze a vinte dias, monitorando os sítios sempre atento aos detalhes, fotografando e anotando tudo o que observava a fim de obter o máximo de dados para depois conectá-los em um conjunto lógico e coeso de conhecimentos sobre a região.
Na época, conta Tovar, conheceu uma senhora que montava a cavalo e andava sozinha por todos os lados da região – dona Virgilina. Muitos a chamavam de guardiã de serra da portaria. Quando lhe perguntavam sobre as estórias de luzes que eram vistas sobrevoando a serra se aquilo era verdade ou invenção das pessoas ela dizia com seu jeito simples e sincero: “Oia (olha) eu já vi esses aparei (aparelhos) luminosos subindo e descendo a serra muitas veis (vezes), Isso deve ser coisa de americano”. Pela amizade conquistada durante o longo e intenso período que pesquisou em Paraúna, Tovar conseguiu colher também o depoimento dela sobre um estranho fenômeno sonoro vindo da serra. No dizer dela, durante certas noites do mês de julho ela e muitos moradores das proximidades da serra eram surpreendidos por um consistente coro de vozes vindo direto da serra. Quando Tovar lhe perguntou de que jeito era o som, ela respondeu: “é uma cantoria até bonita sô”.
De acordo com o biólogo muitos anos de visitas e pesquisas no local acabaram por produzir um farto material que foi utilizado por Alódio Tovar na elaboração do livro “O Enigma de Paraúna – A face oculta da natureza”. Com este livro e os diversos depoimentos dados para tantos veículos de comunicação de massa, a exemplo da Rede Globo de televisão e, a Rede Eurovisão de Europa, a revista Planeta, revista Manchete, a revista internacional Enigma, o Jornal Diário da Manhã e outros jornais de Goiás e do país. Tovar expandiu a fronteira de Paraúna para alem do município alcançando todo o estado, o país e com certeza absoluta não é exagero dizer que hoje Paraúna é um reduto de dimensão mundial.
Para dar continuidade para o trabalho de Alódio Tovar expresso em seu livro, Maurício utiliza atualmente toda a bagagem obtida nos tempos que acompanhava o Pai. Contando ainda com a colaboração dos membros da ONG Guerreiros da Natureza ele obstinadamente prossegue com as visitações visando a conquista de novas respostas para as mentes que, no dizer dele, sabem que: “há muito mais mistérios entre o céu e a terra do que pode sonhar nossa vâ filosofia”( William Shakespeare).
Para Maurício, um contingente de habitantes da civilização inca se deslocou da região do lago Titicaca ou de Cuzco ate o centro-oeste brasileiro para procurar ouro. Sabe-se, diz ele, que a cultura Inca se expandiu de seus centros civilizados até o Chile e o noroeste da argentina em busca de ouro, portanto não seria impossível que um grupo deles tenha se dirigido para as regiões próximas ao Rio Caiapó no centro-oeste brasileiro, região conhecida desde a época dos bandeirantes como muito rica em ouro. Tovar acredita que o Vale da portaria abrigou uma colônia Pré-Incaica e que na região do vale há inclusive formações piramidais com acabamento feito pelos mesmos construtores da muralha. Essas formações são semelhantes no porte e na forma às pirâmides que correspondem aos túmulos de Vilca-van e Viraraxa situadas nas regiões do grande império Grão-chimu no Peru.
Numa expedição que o biólogo realizou no alto da Serra da Portaria ele observou a presença de certas cápsulas, cujo interior se encontrava um pó amarelo. Recolheu o material e levou para que um geólogo examinasse. Ele franziu a testa e lhe disse: “nunca vi isto, nem ao vivo e nem referencia em qualquer livro”.
A serra da portaria possui esse nome porque nela há vários portais lacrados, entretanto um deles, de difícil acesso, esta aberto. É oval, bem feito e revela uma grande escuridão em seu interior. Trata-se de uma janela de um túnel vertical que é parte de um complexo sistema de galerias.
Tovar colheu depoimentos de antigos moradores de Paraúna que afirmavam que em 1933 um grupo de ingleses chegou à cidade para realizar uma pesquisa arqueológica na Serra da Portaria. Dizem eles que os ingleses descobriram a passagem que liga os túneis a uma imensa galeria capaz de abrigar milhares de pessoas. Comenta Tovar: “tentamos encontrar esta entrada, mas não tivemos sucesso. Se ela existir deve estar soterrada ou se encontra em algum ponto da serra que não foi acessado.”
Paraúna, diz o biólogo, reúne um raro conjunto de belezas exóticas naturais de peças de valor arqueológico e enigmas. Tudo isto coloca Paraúna com um potencial turístico especial. A nosso ver, a região é um extraordinário reduto turístico para o município, o estado e o País.
Continuaremos dando ênfase às pesquisas dos sítios de Paraúna porque muitas respostas advindas poderão ser úteis para descortinarmos a face oculta da natureza e com isto, nos integrarmos mais profundamente a ela.




MAURÍCIO TOVAR
MATÉRIA DO JORNAL DIÁRIO DA MANHà
COLUNA MISTÉRIOS DA NATUREZA.
http://www.dmdigital.com.br/

Alerta Ecológico no Centro - Oeste...


                          Contrução de Usina Couto Magalhães no Araguaia-

                         Agressão ao Meio Meio Ambiente e a Alma do povo Goiano,
        
 Justamente no "zeitgeist"(espírito de uma época), propenso às causas ambientais, no momento em que os cidadãos goianos, brasileiros e do mundo estão ávidos pela consolidação de um novo paradigma existencial que prioriza a harmonização entre as atividades antrópicas e a preservação ambiental, insinua-se uma nuvem negra sobre a alma límpida do povo goiano. Refiro-me a construção da usina hidrelétrica de Couto Magalhães em Santa Rita do Araguaia.
      O Rio Araguaia representa muito mais do que um patrimônio natural metaindividual usufruído por todo o povo goiano-ultrapassa a fronteira do laser e da sobrevivência de famílias que estão alocadas nas regiões ribeirinhas,pois está vivo também no inconsciente de todos os goianos, alimentando o lado mágico e sagrado de nossa gente,inclusive inspirando poetas e filósofos a produzirem o imprescindível pão da alma.
      O impacto ambiental que será causado, caso a usina seja implantada ,não se restringirá aos 9,11Km2 que deverá compor o reservatório de água da barragem. Os efeitos deletérios se propagam em um ecossistema por "efeito dominó", já que o Ecossistema é um unidade ecológica composta de inúmeros fatores abióticos e bióticos que apresentam uma complexa interação interdependente para garantir o delicado equilíbrio na teia da vida.
      Nada,absolutamente nada,pode justificar a destruição de uma rica e complexa teia alimentar. Somente uma concepção existencial fragmentada, isenta de uma legítima expansão da consciência ecológica, irá encontrar nos limites de sua viseira os argumentos para empreender este tipo de violência.
     Argumentos  que ressaltam a produção de mais energia com criação de mais empregos e alguns benefícios sociais caem por terra quando compreendemos que poderiam ser realizados com a alocação de verbas em projetos alternativos.Entretanto,para que o Araguaia, sua vegetação de borda e o bioma cerrado chegassem ao equilíbrio magnífico resultante das transferências de energia e ciclos dos elementos químicos ,imprescindíveis para a manutenção da fauna e da flora, muitas sucessões ecológicas foram necessárias no trabalho evolutivo do tempo geológico.
    Num Planeta marcado pela era da degradação em que, de acordo com dados da pesquisa de Biologia da Conservação, mais de vinte espécies de seres vivos estão desaparecendo por dia na biosfera, somos inexoravelmente impelidos a concluir que todas as decisões voltadas a preservação da fauna e da flora são decisões que estão a favor da sobrevivência da própria espécie humana no Planeta.
    Os ecossistemas da Biosfera estão na dependência de seus microecossistemas e a Biosfera está na dependência dos seus ecossistemas.O Macro depende do micro e o micro depende do Macro .No passado, felizmente, as atividades antrópicas não tinham  magnitude para produzir impactos tão ameaçadores ao meio ambiente, mas no atual momento planetário, a quase totalidade dos ecossistemas estão sob ameaça de ultrapassar o ponto de equilíbrio.
   O Rio Araguaia que queremos é o Araguaia preservado em sua naturalidade, com:
                                            


Manhã com canto de passarinho,
beira de rio com lobeira,
anzol pindado na linha na margem da ribanceira,
canoa flutuando no remanso, água transparente, areia branca e descanso.

O Araguaia me leva ao oceano.
Suas imagens são clichês de um mundo vivo,
nas vagas da imaginação de quem sonha com o paraíso perdido.
O banho em suas águas evacua o tóxico urbano.

Vespertina visão do sol penetrando na água,
emoção com barulho de bicho na mata.

Fogueira com peixe na telha,
magia ao ver o céu em noite estrelada sem televisão.

No Araguaia o tempo se dilui em suas águas,
dando tempo para celebrarmos a Vida.


MAURÍCIO TOVAR
MATÉRIA DO JORNAL DIÁRIO DA MANHà
COLUNA MISTÉRIOS DA NATUREZA.
http://www.dmdigital.com.br/

ÁGUA PROBLEMA NO MUNDO.E NO BRASIL?

O maior aquífero do mundo:
Dádiva da natureza para os brasileiros -
Maurício Tovar

Se o Brasil ainda é um país em que o povo é alvo de tantas injustiças sociais, de má distribuição de renda e apresenta uma média de rendimento escolar que deixa a desejar, certamente não é devido à carência de recursos naturais, que são potencialmente geradores de riquezas para o povo.
O País possui um grandioso arsenal de tesouros ofertados pela “mãe natura”. Basta lembrar que, no cenário das nações do mundo, ele possui a maior biodiversidade, a maior floresta, o maior rio em volume de água, um subsolo riquíssimo em minérios, abundantes reservas de petróleo e também o maior aquífero com reserva de água doce e potável do Planeta. E não estamos falando do aquífero Guarani, que era há até bem pouco tempo considerado por muitos geólogos o maior. Trata-se do aquífero Alter do Chão, situado nos subterrâneos dos estados da Amazônia, Pará e Amapá. De acordo com os geólogos da Universidade Federal do Pará, este aquífero possui 86 mil km3 de água potável em uma área estimada em 437,5 mil km2 e com uma espessura média de 545 metros. Isto representa praticamente o dobro da reserva existente no aquífero Guarani.
O Alter do Chão, além de ser o maior do mundo, é inteiramente brasileiro. O Guarani se estende pelos subterrâneos dos territórios do Brasil, da Argentina, do Uruguai e do Paraguai.
Estudos preliminares realizados pelos pesquisadores da UFPA sugerem que o aquífero da Amazônia possui em seu subsolo uma predominância de rochas areníticas porosas que contribuem para que sua água seja de excelente qualidade e, portanto, favorável, mesmo sem tratamento, para atender a todas as necessidades humanas. Eufóricos com a descoberta, os geólogos sentenciaram a estimativa de que esta reserva pode atender as necessidades de água de toda a humanidade por um período de 300 anos.
Considerando que esta reserva é um patrimônio inalienável de todos os brasileiros, pois trata-se de um bem metaindividual, esperamos que os estudos sejam divulgados para toda a sociedade e que seja ressaltada a importância de se cuidar para que não venha a ficar contaminado em decorrência de ações antrópicas desmedidas, a exemplo do que ocorre nos arredores de Manaus, onde podemos identificar, nos igarapés, esgoto “in natura”.
No aquífero Guarani, com subsolo marcado por rochas basálticas muito antigas, existem inúmeras fraturas verticais que, infelizmente, acabaram facilitando a contaminação por metais pesados e por inseticidas aplicados em plantações.
Faz-se necessária a execução de novos estudos conclusivos para que possa ser avaliada a capacidade de abastecimento do grande aquífero amazônico, sem, contudo, causar danos nas regiões de vazões (afloramento de água) de poços e sem comprometer o meio ambiente.
De acordo com Milton Matta, um dos descobridores desta gigantesca reserva, a vulnerabilidade e contaminação do Alter do Chão, em comparação com o aquífero Guarani, é menor, e a extração é mais fácil e menos onerosa.

O planeta Terra, conforme a teoria de Gaia, é um organismo vivo e sua biosfera é um enorme ecossistema, que expressa uma intricada, delicada e exuberante teia da vida. Ao contemplarmos a magnífica beleza da interdependência de todas as espécies do nosso planeta, somos levados a refletir sobre nossas maneiras de lidar com ele. Buscar em nossa interioridade a alavanca capaz de imprimir em nós o nascimento de um novo modo de ser e agir, um ser humano capaz de se harmonizar com a natureza, de se integrar a ela e usufruir de suas dádivas com contentamento e reverência.
A descoberta do aquífero da Amazônia evidencia mais um grande tesouro natural presenteado, de Gaia, ao Brasil.

MAURÍCIO TOVAR
MATÉRIA DO JORNAL DIÁRIO DA MANHà
COLUNA MISTÉRIOS DA NATUREZA.
http://www.dmdigital.com.br/

Terra – Um Planeta em Coma!!!



Ironicamente,  justo a espécie inteligente que o ocupa o planeta é a que a agride incessantemente a natureza.

Todos os seres vivos estão distribuídos na biosfera, que corresponde ao conjunto de todos os ecossistemas existentes, cada um deles com sua biodiversidade. Entretanto, a própria biosfera é em si mesma é um fantástico ecossistema o qual retira energia do sol através de um processo conhecido  como fotossíntese.
Através das algas presentes no plâncton dos oceanos e das plantas terrestres a energia da luz solar é convertida em energia química que estará presente na variedade de alimentos orgânicos disponibilizados para toda a teia alimentar planetária.
Quando estamos, por exemplo, comendo milho, maçã ou alface, nos comportamos como “herbívoros” (vegetarianos), quando comemos carne de gado, peixe ou frango, atuamos como “carnívoros”. Por essa razão o homem um ser “onívoro, ou seja um comedor de “tudo”. Não importa se o alimento é de origem animal ou vegetal, em ambos casos a energia que neles está armazenada é em última instância, a energia proveniente na luz solar e que entrou na biosfera graças ao processo fotossintético. Podemos dizer, portanto, que os seres vivos do nosso planeta, inclusive o ser humano são todos “lucífagos”, ou seja, são na verdade comedores de luz.
Dos micróbios microscópicos aos predadores de grande porte, todas as espécies de vida que habitam o planeta terra precisam de energia para se manterem vivas. Se observarmos atentamente a teia alimentar de qualquer ecossistema, concluiremos que há um banquete permanente se processado em toda a extensão da biosfera e os seres que a habitam sobrevivem deste processo. Contudo os impactos ambientais gerados pelas comunidades naturais não ultrapassam a capacidade suporte do meio ambiente, possibilitando em tempo hábil sua restauração.
Quando a espécie homo sapiens entra na teia alimentar, invariavelmente, o equilíbrio se rompe. O impacto ambiental gerado pelas atividades antrópicas, destacadamente, aquelas que são derivadas da civilização industrial, excedem drasticamente os limites da capacidade suporte do meio em que as aglomerações humanas estão inseridas. A relação do ser humano com a natureza, até a presente geração, tem sido marcadamente de caráter exploratório. Mesmo cartas tribos de índios como as que vivem na Amazônia, ficam por um tempo numa região usufruindo da caça, da pesca e de outros recursos naturais, mas quando percebem sinais de esgotamento no território ocupado, migram para outra região.
De fato, o homem parece ser um “estranho no ninho” quando tentamos inseri-lo naturalmente na teia alimentar. Em sua auto regência o homem foi se instalando e povoando os quatro quadrantes do planeta. Ao longo da sua história edificou cidades, estabeleceu radicais mudanças no cenário natural, criou templos, monumentos, civilizações - as vezes mais, as vezes menos sofisticadas; porem praticamente não se preocupou com a possibilidade dos recursos naturais serem limitados e, muito menos, cogitou sobre a possibilidade de toda a natureza terrestre ser expressão de um planeta vivo, tal como concebem, atualmente, ecólogos adeptos da teoria de Gaia.
Ironicamente, justo a espécie inteligente que habita o planeta é a espécie, que ao invés de colaborar com medidas e atitudes condizentes com seu equilíbrio dinâmico, continua sendo regida por um paradigma, no fundo, antropocêntrico.
O conceito de progresso desenvolvimentista, aplicado nos EUA e na china – as duas maiores potências econômicas mundiais – e que serve de exemplo para os demais países é um conceito unilateral que não leva em conta os limites da capacidade suporte do ambiente. Vale ressaltar que – segundo ecólogos – se todas as nações atingissem os mesmos níveis de produção nas condições dos modelos citados, necessitaríamos de três planetas iguais à terra para fornecerem os recursos naturais exigidos.
Nossas civilizações industriais degradam de tal forma o nosso ambiente que geram volumes gigantescos de lixos orgânico, industrial e gases provenientes da queima de combustíveis fosseis, lançados por nos automotores e usinas. Como consequência temos a poluição progressiva do ar; da água, com metais pesados e outros dejetos, e a contaminação da litosfera (solo).
Milhões de toneladas de gases tóxicos, como o dióxido de carbono, monóxido de carbono, dióxido de enxofre e outros são lançados anualmente na atmosfera. Em países europeus e na china a produção de energia é essencialmente baseada na queima de carvão que, alem do aquecimento global, se relaciona com a ocorrência das “chuvas ácidas” de ação destruidora sobre a vegetação e corrosiva sobre o concreto das cidades.
Em metrópoles com grande atividade industrial a inversão térmica que ocorre no inverno mantém o ar próximo à atmosfera mais frio em relação às camadas superiores. Este fenômeno impede a dispersão dos poluentes em direção a cotas mais elevadas acarretando problemas respiratórios em um grande contingente de pessoas.
O temido aquecimento global, de acordo com alguns cientistas, decorre da intensificação do efeito estufa gerado principalmente pelo aumento da liberação de, principalmente, gás carbônico (CO2) produzido pela atividade industrial. Entretanto o maior poluidor do mundo – os EUA – nem mesmo se comprometeu com os propósitos do protocolo de Kyoto, documento que possui metas e orientações para que os países industrializados reduzam as emissões de gases do efeito estufa dentro de um prazo pré estabelecido, afim de que o planeta ainda possa ser usufruído de forma relativamente saudável por gerações futuras.
Destruição da camada de ozônio (O3) que protege o planeta de radiações ultravioleta nociva; ocorrência de marés vermelhas; contaminação de mananciais de água por agrotóxicos e metais pesados; desmatamentos indiscriminados; e a extinção maciça de espécies sendo registrada todos os dias são outros sinais de que o planeta não está bem. Talvez esteja em coma.
sistêmica, fundamentada na solidariedade e no conhecimento profundo das leis que regem a vida planetária.
Pelo enorme volume dos danos já causados na natureza, a recuperação, preservação e proteção dos ecossistemas naturais devem ser prioridades máximas nas pautas e ações governamentais de todos os povos.


MAURÍCIO TOVAR
MATÉRIA DO JORNAL DIÁRIO DA MANHà
COLUNA MISTÉRIOS DA NATUREZA.
http://www.dmdigital.com.br/

ENIGMAS DO INÍCIO DE 2011!!!PASSÁROS E PEIXES MORTOS...O QUE SERÁ ISSO???



Matéria do Jornal Diário da Manhã do Estado de Goiás na data do dia11 /12/2011

Coluna-Mistérios da Natureza

Texto do Biólogo e Professor Maurício Tovar

A MISTERIOSA CHUVA DE PÁSSAROS MORTOS

( Ocorrências de mortes de bandos de pássaros e milhares de peixes em diversos pontos do globo desafiam a inteligência de investigadores)

O mundo começou o ano de 2011 recebendo notícias referentes a várias e inexplicáveis mortes simultâneas de milhares de pássaros em alguns locais do planeta. A primeira delas ocorreu exatamente na noite do reveillon e se refere à morte de cinco mil pássaros, identificados como sendo guelros escuros. A bizarra ocorrência se deu em Beebe, cidade americana do estado de Arkansas. Essa notícia, por si só, já deixava os ouvintes perplexos, entretanto, novas ocorrências desse gênero – morte de bandos de pássaros, aconteceram em outros locais dos EUA e em outros países nos dias que se seguiram.

Na terça-feira, dia quatro de janeiro, a notícia da ocorrência de cem mortes de gralhas na cidade de Falkoping, na Suiça, já circulava o mundo. A área foi isolada para investigação. Na cidade de Morganza em Louisiana várias espécies de aves foram encontradas mortas. O porta-voz do noticiário local dizia: - “Eles estão aparentemente bem, depois enfraquecem e em seguida morrem”.

Concomitantemente a esses acontecimentos,foi noticiada, a ocorrência das mortes de cerca de cem mil peixes no rio Arkansas ,próximo da represa de Ozark.

No Brasil, a Federação de colônias de pescadores do Paraná, informou que aproximadamente cem toneladas de peixes (principalmente sardinhas, bagres e corvinas), apareceram mortos no litoral do estado, a maioria deles na região de Paranaguá.

Em pouco mais de uma semana, tantas ocorrências de mortandade de aves em bandos e de milhares de peixes em diversos locais do globo terrestre seriam apenas uma “coincidência”, ou de fato, se apresentam como um quebra-cabeça, nada agradável a desafiar a astúcia dos investigadores?

Algumas “explicações” que soam mais como evasivas diante dos insólitos e bizarros fatos, do que, consistentes e satisfatórios esclarecimentos, foram pronunciadas por alguns investigadores: -“Deve ter sido os fogos de artifícios lançados na noite do reveillon que assustaram os pássaros, causando-lhes stress e instigando-os para o vôo da morte”. Mas, e os outros reveillons dos anos antecedentes? E a ocorrência de casos similares nas datas posteriores a 31 de Dezembro?

–“Eles (pássaros) perderam a rota e não conseguiram se orientar no vôo...” Mas, nesse caso, a indagação pertinente,não deveria se referir àquilo que teria determinado a perda da rota? Teriam sido mudanças magnéticas no planeta?

- “Os peixes morreram porque a temperatura da água abaixou.” Tal abaixamento crítico da temperatura, se de fato ocorreu, não seria uma conseqüência desastrosa estabelecida naquele ambiente aquático e não apontado como causa do desequilíbrio,como eles afirmam?

No dia seis de Janeiro de 2011 leitores do mundo inteiro conheceram que dois milhões de peixes mortos apareceram na baia de Chesapeake em Maryland nos Estados Unidos. De acordo, com o que foi veiculado na mídia, as autoridades afirmaram que a morte dos peixes deve ter ocorrido por causas naturais, tais como, o stress e o abaixamento crítico da temperatura da água. Ainda que tais ocorrências sejam confirmadas, boa parte da população, provavelmente não se dará por satisfeita com tais justificativas, uma vez que, permanece a idéia de que o stress e a baixa da temperatura aparecem como sintomas e não como causas, propriamente ditas, para os incomuns acontecimentos.

Algumas considerações ,menos comprometidas com as trincheiras

do academicismo, estão posicionando de forma mais ousada, que pelo menos,a maioria das ocorrências da mortandade de pássaros e peixes ,estão relacionadas com mudanças que estariam ocorrendo no centro magnético da Terra e que tais mudanças, devem estar correlacionadas com a falha geológica de Nova Madri situada sob os estados em que os incidentes ocorreram. Curiosamente, já foram registrados e mensurados por sismólogos, cerca de quinhentos terremotos na região central de Arkansa.

Analogamente aos elefantes que tiveram a premonição da ocorrência da tsunami,que matou mais de duzentas mil pessoas na Indonésia a alguns anos atrás, os adeptos dessa concepção acreditam que esses episódios de mortes de peixes e aves em Arkansas, Tenensse e outros locais nas proximidades da falha de Nova Madri, sugerem o prenúncio de uma catástrofe geológica naquela região, provavelmente um terremoto.

Espera-se que os resultados das autópsias nos pássaros e peixes mortos venham inequívoca e fidedignamente a ser conhecidos por toda a população mundial.

-http://www.dmdigital.com.br/index.php?edicao=8466&contpag=22&posjornal=1

RETOMADA ESOTÉRICA!!!



INTRODUÇÃO
É preciso uma Retomada Esóterica é iminente,porque um grande número de pessoas já está suficientemente informado de que as propostas dos cientistas sociais,carentes de uma visão lúcida acerca da realidade espiritual do Homem,nada ou quase nada podem fazer para uma tomada de posição diante da bárbarie cultural e comportamental que se estabeleceu no próprio seio da civilização.
As neuroses tomaram conta do Homem urbano e o desânimo invadiu o Homem rural.Nas cúpulas do poder político,reina a perplexidade e nos ambientes do mundo empresarial,a insegurança e medo do futuro.
Tudo concorre para esclarecer que o "modus vivendi" do Homem está errado e que a culminância das crises,não é mais do que a culminância de um equívoco.
Afastando-se progressivamente do cerne de sua realidade interna,o Homem moderno,ignorante ou culto-pouco importa essa diferença,se fechou num reduto de informações condicionadas que destroem a sua criatividade e consequente alegria de viver.O Homem vive por viver e o pessimismo inerente à sua pobreza conceitual era sentimental, realimenta a enxurrada de generalizações negativas que provocam alienação e sustentam as "trevas exteriores".
Diante do quadro,só uma solução:o retorno da atenção do Homem para o eixo de sua própria individualidade,um mergulho às raízes do seu próprio ser,e em seguida,um voo audacioso nas paragens infinitas da realidade cósmica,da qual faz parte.Um trabalho honesto em favor de si mesmo,visando a compreensão dos vários componentes do seu "todo psicológico e social".
Esse trabalho é o que a Cosmovisão Transcendental oferece,sem exigir nenhuma circunstância compulsória,sem nada propor a "priori"e nada prometer, a COSMOVISÃO TRANSCENDENTAL,para falar de si mesma apenas sugere:
"CONHECEREIS A VERDADE E A VERDADE VOS LIBERTARÁ".

LIVRO MARAVILHOSO!!!!

29-
O LIVRE PENSAMENTO-

Séculos mais tarde à renascença da cultura,
Quando a arte procurou a idéia pura

E o verbo orou pela sã filosofia
Coadjuvada pela mágica poesia;

Quando cantaram as silentes confrarias
E os artistas exprimiram as alegrias,

Quando a escultura modelando a forma bruta
Lembrou a Grécia em sua estética labuta,

Quis um concílio à construção de um santuário
Onde a verdade em esplêndido sacrário

Pudesse sempre irradiar a toda a Terra
A luz serena que seu âmago encerra!

Renasceu a inteligência e a Humanidade
Teve chance de achar a realidade

Se quisesse se guiar pelo fanal                              
Do cósmico princípio da busca do real!

O santuário era o livre pensamento
O sacrário - o "experimentar cada momento"

E as lições que então queria a vida, dar,
Com o senhor de, embevecendo, iluminar

Fluíram leves pelo estro dos poetas
Os musicistas e os divinais estetas.

(ALÓDIO TOVAR)

Grande Tema Atual no Mundo Todo...

 
O QUE É ECOLOGIA?

"A ECOLOGIA É O FIM E O COMEÇO DE TODAS AS COISAS"
"TUDO É MOVIMENTO.TUDO É TEMPO"."O LIVRO CHINÊS "I CHING" ESTABELECE:O REPOUSO CONSTITUE SOMENTE UM ESTADO DA POLARIZAÇÃO, QUE COMPLEMENTA O MOVIMENTO.A ECOLOGIA, EM SEU PRINCÍPIO, EXPRIME A IDÉIA DE UMA MORADA.A ECOSFERA-A MORADA TOTAL.COMO SE BUSCA NO REPOUSO DE UMA CASA; A TRANQUILIDADE PARA A REGENERAÇÃO.ASSIM BUSCAMOS, NO PLANETA TERRAA PERMANENTE REGENERAÇÃO DOS NOSSOS ORGANISMOS."A CASA",EM SÍNTESE, EXPRIME A IDÉIA DE UMA PASSAGEM ENTRE NÓS MESMOS E A NOSSA AÇÃO SOBRE O MUNDO.A ECOLOGIA É A CIÊNCIA DAS PASSAGENS DE ENERGIA. A ENERGIA QUE SE TRANSMITE DE UM ORGANISMO PARA OUTRO ATRAVÉS DA MATÉRIA.TUDO É FEITO DE REENCONTRO,INTERFERÊNCIAS E PERMUTAS. A ECOLOGIA É UM GIGANTESCO APARELHO DE REGENERAÇÃO QUE RECOLHE A ENERGIA HARMONIOSA ENTRE O MOVIMENTO E O REPOUSO.A ECOLOGIA NOS PERMITE COMPREENDER A "GRANDE CASA",O CONTINENTE TERRA SOBRE O QUAL VIVEMOS,"É UM ORGANISMO VIVO".O ESPAÇO TEMPO É O CRIADOR.O ESPIRITO HUMANO SINTETIZA O DESAFIO DA CRIAÇÃO E ASPIRA AUMENTAR O PODER DE SÍ MESMO SOBRE O PRÓPRIO MUNDO.POR ISSO,O HOMEM ALARGA A LEI UNIVERSAL DA BIOLOGIA, QUE ENGAJA CADA ORGANISMO À PROCURA DE SUA MELHOR ADAPTAÇÃO AO SEU MEIO AMBIENTE.ASSIM, O ESPÍRITO HUIMANO APARECE COMO O ELEMENTO MAIS EVOLUÍDO DA VIDA E PARTICIPA COM TODA A SUA LOGÍSTICA DESTA LEI UNIVERSAL,COM A TAREFA DE EXERCER SEU PODER SOBRE O MUNDO.EIS AÍ,O PORQUE DO PROJETO DE CRIAR UM MUNDO NOVO PELO HOMEM,APARECE NA LÓGICA DA HISTÓRIA COMO UMA NECESSIDADE.E TODOS CONCORDAM EM DIZER QUE ESTA NECESSIDADE É DE PRIMORDIAL IMPORTÂNCIA.URGENTE,INADIÁVEL!!!
(ALÓDIO TOVÁR)